4 grandes dúvidas sobre os componentes de uma lâmpada

Em homenagem aos profissionais responsáveis pela manutenção e instalação de redes elétricas, a Ultraluz criou oMês do Eletricista. Assim, durante todo o mês de outubro, você confere várias dicas sobre lâmpadas, componentes elétricos e melhores práticas de trabalho. 

Um bom eletricista deve conhecer bem os produtos com os quais trabalha e entender sobre seu funcionamento. Para gerar credibilidade em seu trabalho, ele também deve estar apto para responder quaisquer questionamentos de seus clientes. Por isso, que tal conversarmos sobre os componentes das lâmpadas? Você sabe como elas funcionam e para que serve cada uma de suas partes?

Para esclarecer essa e outras questões, a Ultraluz responde algumas dúvidas sobre os componentes de uma lâmpada. Confira!

1 – O que é um soquete e qual sua função?
O soquete tem como função a fixação do produto na conexão elétrica. Uma lâmpada quando encaixada no soquete correto, fará a conexão, permitindo que a lâmpada seja ligada ou desligada. Existe uma grande variedade de lâmpadas disponíveis no mercado e em consequência, muitos tipos de soquetes.

Essa grande variedade pode confundir o consumidor na hora da compra, por isso é fundamental conhecer o produto. Geralmente, o soquete de sua lâmpada é especificado na embalagem do produto.

2 – Quais os modelos mais comuns de soquetes?
O ​E27 é mais utilizado em residências, por isso é quase um modelo ‘padrão’ no mercado. Ele tem como característica fazer a fixação da lâmpada através de uma rosca, por isso é popularmente conhecimento como “Soquete de Rosca”. Normalmente lâmpadas fluorescentes e lâmpadas de LED BULB utilizam esse tipo de soquete.​

Já o Gu10 é um padrão de soquete novo. Seu uso é obrigatório em lâmpadas dicroicas (MR11 e MR16) – resolução em vigor desde fevereiro de 2013. Ele é usado em lâmpadas de voltagem 127v/220v/Bivolt. Este tipo de soquete proporciona uma boa fixação do produto a sua base, dando maior segurança à instalação do produto.​ Eles são encontrados, por exemplo, em lâmpadas como a Croica Ultraled Cob e AR Led.

3 – Eu preciso de driver como limitador de corrente em uma instalação LED?

Sem um driver controlador de corrente seu LED pode não durar todo o tempo para o qual foi projetado. Sua vida útil poderá ser reduzida em função de sobrecorrentes. Por isso é ideal utilizar sempre um driver para limitar a corrente e evitar pequenas variações na tensão de alimentação – o que pode resultar em variação na corrente direta do LED.

4 – Quais as principais diferenças entre as lâmpadas de LED e lâmpadas fluorescentes?
Lâmpada Fluorescente Compacta: funcionam como um tubo de descarga de gás neon. Resumindo, um eletrodo fica fixado em cada extremidade da lâmpada e quando ocorre um disparo elétrico no reator um revestimento da lâmpada chamado de pó fluorescente é convertido em luz.

Lâmpadas fluorescentes são 80% mais econômicas em relação às antigas lâmpadas incandescentes e passaram a ser utilizadas em larga escala quando elas pararam de ser fabricadas. Aliás, esse foi um dos motivos pelos quais o Brasil resolveu atender a uma diretriz recomendada pela Agência Internacional de Energia.

A crise energética instalada no país em 2001 mostrou que era necessário incentivar os brasileiros a consumirem lâmpadas mais econômicas e eficientes e, por isso, as incandescentes pararam de ser fabricadas.

As lâmpadas fluorescentes são ideais para compor a iluminação de quartos, salas e banheiros e sua vida útil é de aproximadamente 10 mil horas. No modelo tubular o reator já vem incorporado à base. A Ultraluz oferece um sistema de descarte ecológico para lâmpadas fluorescentes, já que elas não devem ser descartadas no lixo comum.Descubra aqui como descartar corretamente uma lâmpada eletrônica.

Lâmpada de LED – Light Emitting Diode – ou “diodo emissor de luz: o LED é um semicondutor de estado sólido que converte energia elétrica diretamente em luz. Seu componente mais importante é um chip responsável pela geração de luz e que tem dimensões minúsculas.

As lâmpadas de LED são 85% mais econômicas em relação às convencionais. Apesar de ter um valor agregado um pouco mais alto que as lâmpadas tradicionais, sua vida útil pode chegar a 50 mil horas (cerca de 35 vezes mais que as lâmpadas comuns), o que significa custos menores com trocas e manutenção. Ela não possui partes móveis e apresenta baixa voltagem de operação, o que também diminui a possibilidade de acidentes.

Elas podem ser utilizadas em banheiros, quartos ou apenas como luz direcionada para iluminar quadros e espelhos na decoração dos ambientes. Saiba mais sobre os tipos de lâmpadas ideais para cada ambiente de sua casa.

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